Tudo começou depois de um encontro com um amigos em Santo André, que nos disseram maravilhas e então depois de umas buscas na internet e em conversas com outros companheiros lá fomos nós.
Saímos de Braga no dia 12-3-2009 pelas 10H e tomámos rumo a Vila Verde pela N101, apesar da época do ano não ser a mais propicia para a beleza dos campos, já se podia admirar o verde da serra e as poucas flores, coloridas, selvagens.
Percurso aconselhado a todos os amantes da natureza.
Durante o caminho passámos por Gême, Pico dos Regalados, Prado de S. Miguel, Covas, Vila Nova de Muia e fomos parar em Arcos de Valdevez para o nosso cafézinho da manhã.
Depois continuámos pela N101 em direcção a Extremo, pois não vimos a cortada para Paredes de Coura que seria a N301, mas como costumo dizer “ não estamos perdidos, mas sim, vamos por uma rota diferente” e vimos o Lugar de Estanque, Rio Moinhos, Sabadim, Aboim das Choças e ao fim duns Kilometros lá encontrámos o Extremo e à esquerda a estrada para Paredes de
Chegados a Paredes de Coura começámos logo a tirar fotos e procurámos o Turismo.
Falámos com a senhora do Turismo sobre aquilo que nos levou ali e ela aconselhou-nos a uma rota pelo interior e que nos levaria pela Serra da Boalhosa.
Disse-nos que podíamos pernoitar no parque de estacionamento mesmo por detraz do Turismo, mas com o andar do tempo os bombeiros voluntários aconselharam-nos junto à GNR e para aí fomos e ficámos.
É uma cidade que já existe à mais de 5000 anos como agregado populacional era uma importante via romana identificada como a IV Via Militar Romana e que ligava Bracara Augusta (Braga) a Austriaca Augusta (Astorga) e situa-se no sopé do monte onde está o Castro de Cossourado.
Amanheceu com um sol formidável, depois do pequeno almoço seguimos então a rota aconselhada e começámos por sair como tínhamos entrado pela N301 e passámos pela Feteirta, Moselos, e virámos à direita para Insalde e foi aí que vimos a Boalhosa (aldeia) e o restaurante O Xisto.

Uma lugar digno de se parar e admirar a paisagem e dentro da área do restaurante vimos os vários lagos de trutas e tivémos então a informação que o restaurante está aberto todo o ano, que serve todo tipo de comidas e se preferir truta, tanto pode ir à pesca num dos lagos e eles fornecem todo o equipamento de pesca, gratuitamente, ou escolher no aquário dentro do restaurante ou esperar por ser servido o que é muito fora do vulgar e agradável.
Seguindo pela mesma estrada chegámos ao cruzamento que está assinalado como Cooperativa Agrícola da Boalhosa.
Já de volta à N301 seguimos em direcção a Extremo, daí passámos por Barrocas e Taias, Trute, Moreira e resolvemos ficar e prenoitar em Monção.
No dia seguinte demos um passeio pela cidade e constactámos que as suas muralhas foram construídas no reinado de D. Diniz (1305 e 1308) .
Apesar de Valença ficar a escassos 30Km, resolvemos atravessar o Rio Minho e entrar em Espanha por Salvaterra de Miño, daí passámos em Guillarei, Caldelas de Miño, Paramos e fomos ficar em Tui, mais precisamente na área de serviço de Tui.Ali fomos informados particularmente, que a autarquia está em conversações para adquirir a área adjacente abaixo da ponte para fazerem uma área de autocaravanas maior.
Almoçámos com Valença à vista e depois de tudo arrumadinho seguimos para Valença do Minho, mas sem não antes atestarmos o tanque da auto por 0,84€ por litro e comprarmos uma garrafa de 11 kilos de gaz propano por 11,90€ e assim pouparmos uns cobres.
Na chegada a Valença do Minho dirigimo-nos ao Castelo que data do século XII. Valença está bem ligada à nossa História em várias ocasiões e é de destacar a forte ligação a D. João IV e à Colegiada de 1640, aquando da re-instauração da nossa Independência.
Continuámos no dia seguinte em direcção Sul com destino a Viana Do Castelo, passando por Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Caminha, Afife e fomos almoçar à
Ao fim do dia encontrámo-nos com os companheiros Zé e Irene Barreiros e que logo nos convidaram para ir a sua casa e presentearam-nos com um saboroso jantar.No fim, para o café, os companheiros Serafím e Joaquina juntaram-se a nós e a cavaqueira continuou até altas horas da noite. Aqui fica um grande obrigado do fundo do coração aos companheiros Barreiros.
No dia seguinte rumámos a casa e assim fica aqui um pequeno relato de uns dias bem passados pelas nossas lindas terras do Minho.
Para ver a reportagem fotográfica click AQUI ...


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